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Novena detalhada em Louvor a São Sebastião na cidade de Jm. Távora
Para os que participaram e não participaram da novena, a seguir, o resumo de cada dia, para que fizemos em nosso coração as palavras de Deus para nós
 Créditos da foto: Elaine Salvi 
O primeiro dia da novena, com o tema “São Sebastião, testemunho de fé”, foi celebrado pelo Monsenhor José Maria Nogueira, da cidade de Santo Antônio da Platina. Suas sábias palavras, sem dúvida, entraram no coração de todos. Em suas palavras, o batismo abre as portas para os outros sacramentos, por isso a sua suma importância. O que devemos fazer para sermos mais santos? Parar de reclamar! Os santos de antigamente encontravam força na comunhão, participavam da Santa Missa verdadeiramente e com amor. Uma forma de ser santo é ter santidade no casamento. Nos dias de hoje, qualquer coisa afeta o relacionamento de marido e mulher. Mas ambos devem sempre se lembrar de que o plano de Deus a eles é um ao outro. Em nossas pastorais, as lideranças tem que aprender a trabalhar sem ficar fazendo bico, ou achar ruim de ter aquela ou outra pessoa cantando, ou fazendo determinado tipo de trabalho. Devemos refletir como estamos gastando nosso dinheiro. O consumismo muitas vezes assola a muitos. Refletir também como estamos com a nossa família, estamos unidos, ou cada vez mais longe da vontade de Deus? Nossos jovens tem que ter a mente aberta a isso, devem amar mais os seus pais, ajudando-os financeiramente também. Estamos em um processo de conversão e que possamos pensar um pouco, como estou escrevendo o batismo dentro da minha família?

Com o tema “São Sebastião, seguidor de Jesus”, o segundo dia da novena foi presidido pelo Padre Luciano Alves Enes, da cidade de Tomazina. O Pai esclarece para nós a presença da Santíssima Trindade, e o batismo não é apenas uma tradição. A dimensão do batismo é que nos tornemos filhos e filhas de Deus. Porque Jesus precisou ser batizado? Porque o batismo apaga nossos pecados. Mas Jesus não tinha pecado. Porém, através das águas que Jesus foi batizado, santificaram-se todas as águas. O batismo que recebemos é somente um, não podemos voltar atrás. Não é fácil viver o batismo, o matrimônio, a vocação, mas não podemos desistir. Para mudar de vida não precisamos mudar de Igreja, basta defender a nossa fé. São Sebastião defendeu sua fé e ele sofreu para isso. É o martírio das lágrimas que trás a salvação para a nossa família e temos muitos exemplos disso, as águas do Rio Jordão, as lágrimas de Nossa Senhora ao ver Jesus na cruz, as lágrimas dos pais dos dias de hoje. É neste momento que a salvação entra em nossas vidas, e é melhor o martírio das lágrimas hoje do que uma enrascada amanhã.

Celebrado pelo Padre Marcos Ribeiro de Almeida, da cidade de Jacarezinho, o terceiro dia teve como tema “São Sebastião, defensor da Igreja”. Celebrar a festa do padroeiro e celebrar a vida da comunidade. Pedindo a sua intercessão o nosso coração de volta a Deus. Desta mesma maneira, somos convidados a entregar nossa vida em partilha, trabalho e doação. São Sebastião alcançou a santidade, foi mártir e se entregou pois confiava na presença de Deus em sua vida, não tendo medo. Em nossa vida e missão não podemos ter medo porque o Senhor está ao nosso lado e não nos concede um espírito de timidez, mas nos concede o Espírito Santo. Os pais de São Sebastião eram católicos que deixaram para trás os deuses pagãos e abraçaram a fé cristã. Sebastião teve no berço de sua vida a fé de Jesus, desde pequeno aprendeu o que era o verdadeiro amor e a partilha. Viveu em uma época em que a Igreja era perseguida, as pessoas rezavam escondidas, não podiam dizer em voz alta que adorava a Deus para não serem mortas. Rezavam, então, com a vida e com o testemunho. São Sebastião percebeu que os cristãos eram muito maltratados, por isso escolheu a profissão de soldado para defender a Igreja. Ele abria as portas da cadeia para os diáconos passarem com a comunhão para os presos. Ele poderia ser qualquer profissional, naquela época ser soldado era defender o Império de Roma, mas escolheu servir a Igreja. O imperador não sabendo disso, gostava muito dele, causando inveja nos demais soldados. Quando souberam disso, o denunciaram ao imperador, que o chamou em sua presença para saber da verdade, sendo que se São Sebastião dissesse que era mentira, ele o faria o general do exército. São Sebastião afirmou com coragem que era cristão e foi levado para a prisão. Mais tarde, foi flechado, mas quando descobriram que não estava morto, o espancaram e o degolaram. Assim, São Sebastiao deu seu testemunho de amor pela Igreja. Aonde estivermos não devemos ter medo de testemunhar nossa fé, nossa Igreja. Devemos olhar para os que precisam de nós e ir ao encontro de uma palavra boa. São Sebastião nos ensina como é bom ser todo de Deus, de viver a comunidade, a partilha, a ser mensageiros da boa notícia. Não devemos perder a oportunidade de anunciar o amor de Deus às pessoas com palavras a atitudes.

O quarto dia da novena foi presidido pelo Padre Valter Roberto Pereira, da cidade de Jaguariaíva, tendo como tema “São Sebastião, mártir do silêncio”. Fomos alertados que muitas vezes erramos por não fazer as coisas na hora certa. São Sebastião vivia no meio dos pagãos, dos que não acreditavam em Jesus Cristo e na hora certa ele falava com eles. O que vemos na sociedade é a falta de paciência, amor e compreensão. Deus tinha um plano para a vida de São Sebastião de ser testemunha da fé e servir para nós de exemplo nos dias de hoje. Na primeira leitura vimos que um homem chamado Elcana tinha duas mulheres, Fenena, que teve filhos, e Ana, que era estéril e considerada maldita, sendo discriminada pela sociedade e humilhada por Fenena. Todavia, Ana nunca deixou de rezar. Um certo dia, rezava no altar, e chorando chamou a atenção do sacerdote Eli, que pensou que ela estava bêbada, mas depois compreendeu sua aflição. Ana foi abençoada, recebendo uma graça, um filho chamado Samuel. A Palavra de Deus nos ensina a ter fé, ser de oração e não desistir. Fica como conselho fazer a oração Maria passa na frente. Não devemos ter uma fé artificial, Deus age em nossa vida quando pedimos, quando abrimos o nosso coração a Ele. Ao final da homilia, o Padre Valter cantou uma parte de uma de suas músicas. É preciso amar, é preciso sorrir, é preciso viver!

Presidido pelo Padre José Antônio P. de Campos, e tendo como tema “São Sebastião, exemplo de coragem”, aconteceu o quinto dia da novena. Coragem é uma palavra que nunca cai de moda, sempre está em uso. São Sebastião foi corajoso o suficiente para assumir a sua fé. Nossa ação deve partir da convicção no nosso coração. Não se trata de uma coragem que pode ser confundida com violência, mas a de saber vivenciar a fé nos dias de hoje com sabedoria. Na primeira leitura temos um caminho de catequese muito valioso, o chamado de Samuel. O sacerdote Eli era como um mestre para Samuel, ele prontamente percebeu que a voz que o chamava era de Deus, conduzindo-o como fazer. Fala Senhor, que teu servo escuta. O chamado era do alto, era de Deus. É importante conduzirmos as pessoas para Deus, que nos chama tantas vezes, mas estamos surdos a esse chamado. Samuel foi corajoso, mesmo não sabendo o que Deus ia dizer, o respondeu. Que possamos sempre pedir a Deus para nos ensinar a dimensão da coragem para darmos nossos passos na fé. Viu-se, também, a cura da sogra de Pedro. Assim que Jesus a curou, ela se levantou e começou a servi-los. Quem recebe a Jesus não tem o direito de permanecer o mesmo porque Deus é aquele que faz novas todas as coisas. Quem se encontra com Jesus num gesto de coragem, tal qual o nosso padroeiro, deve dizer não sou mais o mesmo! Jesus rezava num lugar deserto, pois sentia necessidade de estar mais perto do Pai. Nosso ano poderá ser muito melhor se visitássemos a Jesus mais vezes no sacrário, pois estar com o Senhor é uma oportunidade maravilhosa.

Com o tema “São Sebastião, mártir da paz”, aconteceu o sexto dia da novena, celebrado pelo Padre Rosinei Toniette, da cidade de Santo Antônio da Platina. Em suas palavras, vale a pena ser bom, ser todo de Deus. São Sebastião não perdia a paz interior. Por que muitas vezes Deus não é bem vindo ao nosso meio e o mal impera? Nosso padroeiro testemunhou em frente o imperador para testemunhar sua fé. Não existe segredo para a paz, ela se constrói na força do amor, e Deus é amor. Hoje em dia vivemos muita insegurança, medos, perigos, ficamos até presos em casa. Entretanto, somos convidados a viver mais a lei do amor. Precisamos redescobrir que somos irmãos, que caminhamos solidariamente um ao lado do outro não para competir, mas para amar mais. Na primeira leitura vimos que muitos homens foram mortos em um mesmo dia, mas aquele povo não perdeu a confiança em Deus. Temos que ser pessoas de mais fé, podemos perder a batalha, mas não a guerra. Já outras pessoas tinham a Deus como amuleto, cruzaram o braço e deixaram tudo nas mãos de Deus. Precisamos arregaçar as nossas mangas, assumir nosso papel, conscientes. Não é porque temos um crucifixo no peito, que tomamos a Eucaristia, que o mal não vai nos assolar. Agora, se tratando da história do leproso, quando ele vai ao encontro de Jesus quebra todos os protocolos, pois é considerado impuro. Na humildade e na simplicidade se aproxima de Jesus e pede de forma carinhosa que se Jesus querer, Ele tinha o poder de curá-lo, mostrou a Jesus quem ele era e de joelhos clamava. Jesus o olhou com compaixão. Nós o máximo que conseguimos e ter piedade de alguém, mas Jesus não, Jesus rompeu com tudo, colocou a mão sobre ele, e o curou. A lepra desapareceu. E quando aquele homem se levanta do chão, Jesus pede que ele não conte a ninguém. Jesus não queria fazer propaganda de seus milagres, pois sua missão não era salvar o corpo em si, mas a pessoa. Ele devolveu a dignidade aquele homem, ele voltou a ser pessoa novamente. Rezemos ao Senhor que se for da vontade dEle, que Ele tire toda a lepra de nós, de nossa vida, de nossa família. Qual a lepra que precisamos abandonar nesse dia de hoje? Dizia Santa Terezinha do Menino Jesus que a oração é o desabafo do coração. Não temos mais aonde recorrer, Deus é a nossa fonte de vida.

Presidido pelo Padre Edson Mariano, agora da cidade de Pinhalão, o sétimo dia na novena teve como tema “São Sebastião, anunciador da verdade”. Nós veneramos os santos, suas virtudes e suas qualidades. Eles tinham defeitos também, mas se destacavam entre os homens pois anunciavam a verdade. Hoje temos muitas verdades por ai, porém, existe apenas uma única verdade que está no Evangelho de João “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. A verdade está em Jesus Cristo e no Evangelho. O resto são palavras bonitas. A verdade é objetiva, Jesus Cristo é verdadeiro, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Vimos que tentaram levar até onde Jesus estava um paralítico, pois pela porta estava impossível de chegar até Jesus, muitas pessoas estavam no caminho. Será que alguma vez a comunidade católica tavorense já atrapalhou a vida de alguém? Muitas vezes nós religiosos atrapalhamos a entrada de pessoas no reino de Deus e na Igreja e isso é muito sério. Quanto maior nossas necessidades, maior a graça em nossa vida no tempo oportuno, tempo de Deus. Samuel nos alerta que o povo não sabe pedir. O povo não queria a Deus, mas queriam um rei. Quando conseguiram o rei, seus filhos foram mandados para a guerra, tiveram que pagar o dízimo e manter a corte. O povo virou as costas para Deus e ganhou um rei. Temos que saber o que pedir em todos os instantes de nossa vida.

O oitavo dia da novena foi celebrado pelo Padre Danilo Pena, da cidade de Carlópolis, e teve como tema “São Sebastião, vencedor das tentações”. Vimos que João Batista foi abrindo os caminhos para Jesus. E isso era o plano de Deus. Neste gesto, convidava a todos para se arrepender dos seus pecados, batizando-os com água. E para João Batista reconhecer a Jesus, o sinal dado por Deus Pai vindo do céu na forma do Espírito Santo foi uma pomba. Com segurança, João Batista apontava para Jesus e dizia Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Jesus, então, iniciou a sua vida pública cheio do Espírito Santo. Não devemos nos esquecer do nosso batismo e sermos conscientes que também possuímos a força do Espírito Santo dentro de nós e o Seu sinal deve ser notado através de nossas atitudes, do nosso testemunho diário. Estamos dando este testemunho? No entanto, o Espírito Santo é educado, só age em quem abre o coração. Só atentos ao Seu Espírito Santo é que podemos perceber os sinais de Deus em nossa vida.

O nono e último dia da novena em louvor a São Sebastião foi celebrado pelo nosso pároco, o Padre Valdemir Granzzotto de Moraes, e teve como tema “São Sebastião, modelo para todos os cristãos”. A santidade de São Sebastião só foi possível através da sua fé em Jesus. Ele não buscou força nas coisas humanas, mas buscou força somente em Deus. Quando não olhamos a Jesus como realmente o Filho de Deus e Cordeiro de Deus perdemos o respeito mútuo pela família, pelos amigos, pelo próximo. Será que nós pensamos no próximo em tudo o que vamos fazer? Será que pensamos nas consequências dos nossos atos e o quanto eles vão atingir aos outros? Em se tratando da nossa festa, o sentido real é que façamos uma grande confraternização, onde todos possam participar, principalmente em família.

No dia de São Sebastião, dia 20 de janeiro, aconteceu a Santa Missa e louvor ao nosso padroeiro, celebrada pelo nosso pároco, o Padre Valdemir. Em suas palavras, a construção do Reino sempre será por Deus recompensado. Muitas vezes no mundo em que vivemos gestos de amor e de bondade não serão reconhecidos, todavia, não devemos de deixar de sermos bons cristãos. Com certeza São Sebastião tinha muitos sonhos a realizar, mas passa a professar sua fé cristã. O fim dos cristão daquela época era o martírio, a morte, mas São Sebastião não se importou com sua vida terrena e passageira, para eles a morte era sinal de vitória em Cristo. Quando proclamou sua fé, sofreu os martírios. Foi flechado, mas recuperou sua vida. Se fosse alguém normal ia ficar quietinho no seu canto, mas Sebastião novamente voltou a enunciar as opressões. Novamente mandaram mata-lo. Foi através do sangue derramado de muitos cristãos é que a Igreja foi se fortalecendo. Temos que valorizar a nossa fé. Faz 83 anos que são Sebastião é padroeiro de Joaquim Távora. Olhando lá atrás quantas dificuldades o povo tavorense passou. Hoje temos uma bela Igreja, e mesmo que pensemos que não, Joaquim Távora está crescendo bastante. Muitos empregos, casas sendo construídas, e também pela sua administração. Uma cidade que não tem Deus a frente nunca vai crescer. Nesta missa de hoje, pela sua participação, você está recebendo uma benção a mais, assim como a nossa cidade. Vamos caminhar na fé, na perseverança e na convicção, quando abraçamos a cruz, Deus está conosco.


Notícia Postada em 20/01/2014 por: Elaine

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